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O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou uma ação movida pelo Governo de Goiás que buscava obter recursos adicionais da União para a área da saúde. A decisão foi proferida pelo ministro Kassio Nunes Marques.

Na ação, o Estado alegava ter direito a cerca de R$ 1,2 bilhão em valores retroativos relacionados ao financiamento de procedimentos de Média e Alta Complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ao analisar o caso, o ministro entendeu que a definição dos critérios para distribuição dos recursos federais destinados à saúde é atribuição do Ministério da Saúde e dos órgãos técnicos competentes, não cabendo ao Poder Judiciário estabelecer ou modificar esses parâmetros.

Com a decisão, o pedido do governo estadual foi negado e os repasses extraordinários solicitados não serão realizados por determinação judicial.

A discussão envolve o financiamento da saúde pública e a forma de distribuição dos recursos federais entre estados e municípios. O governo de Goiás ainda poderá avaliar eventuais medidas jurídicas cabíveis dentro do processo.

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