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A divulgação de uma lista atribuída a auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva movimentou os bastidores da direita bolsonarista em Goiás nesta semana. O documento, revelado pelo jornalista Octavio Guedes, apontaria como senadores votariam na análise do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.

Na relação, o senador Wilder Morais aparece entre os parlamentares considerados “em dúvida” quanto ao voto, ao lado de outros integrantes do PL.

A situação ganhou repercussão porque Wilder, que se apresenta como aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato ao governo de Goiás, havia sinalizado oposição ao nome de Jorge Messias, mas não compareceu à votação no Senado.

Apesar da ausência, o senador publicou vídeo comemorando a rejeição da indicação, que terminou com placar de 42 votos contrários e 34 favoráveis. Nas redes sociais e em grupos ligados à direita, a ausência passou a ser questionada por apoiadores.

Nos bastidores, aliados do campo bolsonarista avaliam que a situação abriu espaço para especulações sobre possíveis diálogos entre Wilder e integrantes do governo federal. Até o momento, o senador não comentou oficialmente as críticas.

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