

A saída do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) do comando de Goiás, no último dia 31, para focar na pré-candidatura à Presidência, trouxe à tona discussões sobre a presença de familiares na administração estadual.
📊 Levantamento chama atenção
De acordo com dados levantados, cerca de 50 pessoas com o sobrenome Caiado estavam na folha de pagamento do Estado no mês de março. Juntas, as remunerações ultrapassariam R$ 650 mil mensais.
O grupo inclui:
- Servidores efetivos
- Aposentados e pensionistas
- Cargos comissionados e temporários
⚖️ Cargos comissionados
A análise aponta ao menos 10 parentes em cargos comissionados, ligados a funções de direção, chefia ou assessoramento — posições que não exigem concurso público.
Entre eles:
- Nove seriam primos
- Um seria marido de uma prima
👥 Nomes citados
Entre os exemplos mencionados:
- Adriano da Rocha Lima, assessor na Secretaria de Relações Institucionais
- Andrea Parrode da Rocha Lima Dantas, chefe de gabinete na Secretaria de Esporte e Lazer
- Juliana Ramos Caiado, assessora especial na Secretaria de Desenvolvimento Social
- Jorge Luiz Ramos Caiado Júnior, chefe de gabinete na Secretaria da Administração
🗣️ Posicionamento
Ao comentar a relação familiar, Adriano da Rocha Lima afirmou não saber precisar o grau de parentesco.
🔎 Debate público
O caso levanta discussões sobre:
- Limites entre legalidade e princípios da administração pública
- Critérios de nomeação para cargos comissionados
- Transparência na gestão pública
Até o momento, não há decisão judicial apontando irregularidades, e o tema segue no campo do debate político e administrativo.

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