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A Polícia Civil investiga o envolvimento do coronel Alessandro Regys de Carvalho, superintendente de Aviação da Casa Militar do Governo de Goiás, na morte do empresário Fabrício Brasil Lourenço, de 49 anos. O crime ocorreu em 4 de outubro, em frente à pastelaria da vítima, no Bairro Feliz, em Goiânia.

Dois sargentos da Polícia Militar, Leneker Breno Campos Ayres de Oliveira e Tiago Lemes de Oliveira, são apontados como possíveis executores. A linha de investigação apura se eles teriam recebido a promessa de promoções na carreira como recompensa pelo crime.

Relação pessoal entra na apuração

Em depoimento, o coronel confirmou ter mantido um relacionamento amoroso com a esposa de Fabrício. Ele também afirmou que, após o fim do relacionamento, registrou uma denúncia contra o empresário por suposta tentativa de estupro contra sua filha. O caso foi investigado e posteriormente arquivado.

A investigação considera a seguinte sequência de fatos:

– Relacionamento entre o coronel e a esposa da vítima
– Rompimento do vínculo
– Denúncia contra Fabrício (depois arquivada)
– Assassinato do empresário

Segundo a polícia, a própria viúva teria declarado que, caso precisasse citar alguém com motivo e condições, mencionaria o nome do coronel. Ele nega qualquer participação no crime.

O inquérito segue em andamento.

Contexto

O mesmo local já havia sido palco de outro homicídio em abril de 2023, quando o fisioterapeuta Adriano Oliveira Arantes foi morto em circunstâncias semelhantes.

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