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Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Goiás afirmam que acumulam perdas funcionais e salariais desde 2019 e que promessas feitas por Ronaldo Caiado nas campanhas de 2018 e 2022 não foram cumpridas. Segundo eles, avanços anunciados pelo governo não teriam se concretizado.

Um oficial declarou que muitos dos resultados positivos atribuídos à gestão atual seriam, na visão da categoria, herança de governos anteriores.

📌 Pontos citados pelos militares

Abono permanência
Militares afirmam que o governo retirou o benefício apenas de PMs e Bombeiros em 2019, mantendo para servidores civis, Judiciário e Ministério Público. Após ação judicial, o Estado teve de pagar o retroativo.

Direitos retirados
A categoria cita a perda de 22 direitos, incluindo:
• quatro datas bases não pagas
• fim da promoção imediata
• redução das promoções anuais
• revogação do IP 20
• falta de reajuste para pensões desde 2019
Veteranos e pensionistas também reclamam da taxação, vista como um impacto pesado.

Promoções
Oficiais relatam que o ato de bravura teria perdido seu caráter excepcional e que critérios políticos passaram a influenciar promoções, deixando de lado antiguidade e mérito. Há relatos de militares experientes que teriam sido preteridos.

Estrutura
Eles também criticam o atraso na regulamentação da Lei Orgânica Nacional das PMs e Bombeiros, a ausência de reorganização do efetivo e a falta de reposição das vagas abertas por morte, aposentadorias ou transferências.

As declarações são dos próprios militares e representam a visão da categoria sobre a situação atual.

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