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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (4), uma operação contra uma organização criminosa que movimentou quase R$ 1 bilhão através de empresas de fachada e lavagem de dinheiro.

Ao todo, 61 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Goiás, São Paulo, Santa Catarina, Maranhão, Paraíba, Amazonas e Tocantins.

De acordo com as investigações, o grupo tinha base em Goiás, com ramificações interestaduais e até conexões internacionais.
Só em contas de “laranjas” e empresas fantasmas foram movimentados mais de R$ 630 milhões.

A operação desmonta o discurso de que o crime organizado teria sido “eliminado” no estado.
Pelo contrário: durante os últimos anos, o crime se estruturou, expandiu e se sofisticou, operando como uma verdadeira empresa.

Além disso, investigações recentes já apontaram:

  • Rede de postos de combustíveis usada pelo PCC para lavagem de dinheiro em Goiás;
  • Incentivos públicos para empresas que acabaram conectadas ao crime organizado;
  • Goiás como ponto estratégico na chamada “rota caipira”, principal corredor da cocaína no país.

A operação desta semana deixa claro:
o crime não acabou — ele mudou de forma.

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