

O avanço das investigações da Polícia Federal e a movimentação de comissões parlamentares de inquérito no Congresso Nacional colocaram Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, no centro das preocupações de auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (26).
Embora Lulinha tenha negado ao pai qualquer irregularidade, o receio no entorno do Palácio do Planalto é de que o caso possa respingar na campanha de reeleição do presidente. Publicamente, Lula tem afirmado que as apurações devem seguir normalmente e que “quem errou tem que pagar”.
A pedido da Polícia Federal, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha. Segundo informações, o pedido da PF foi feito há cerca de um mês, mas só chegou ao conhecimento do governo nesta quinta-feira, por meio da imprensa.
No Congresso, a CPI do INSS também aprovou a quebra de sigilo de Lulinha, em uma sessão marcada por tensão e contestação de parlamentares governistas. A decisão tem sido questionada pela base aliada, que avalia medidas para contestar o ato.
O caso segue em andamento e deve continuar no centro do debate político nos próximos dias.

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