

A Polícia Civil revelou novos detalhes sobre a morte de uma aluna após uma aula de natação em uma academia da Zona Leste de São Paulo. Segundo o delegado responsável pelo caso, a piscina do local recebia em apenas um dia a quantidade de cloro recomendada para uma semana inteira.
A vítima, Juliana Faustino Basseto, de 27 anos, passou mal logo após participar da atividade aquática na C4 Gym. Outras pessoas que estavam no local também apresentaram sintomas como ardência nos olhos, falta de ar e mal-estar, levantando a suspeita de intoxicação química.
Juliana chegou a ser socorrida, mas não resistiu e morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória. O marido dela e ao menos outras seis pessoas precisaram de atendimento médico.
De acordo com a investigação, o uso excessivo de cloro pode ter gerado vapores tóxicos no ambiente da piscina. A academia foi interditada por irregularidades e os três sócios foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de causar a morte.
O caso segue sob investigação para apurar responsabilidades e verificar se houve falhas técnicas na manipulação dos produtos químicos.

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