

Anunciada como uma grande conquista para Goiás, a realização da MotoGP em Goiânia enfrenta sérios obstáculos. As obras do Autódromo Internacional Ayrton Senna, que deveriam ter sido concluídas no início de dezembro, seguem inacabadas, resultado de falhas de planejamento e do descumprimento de exigências técnicas da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) e da Dorna, organizadora do campeonato.
Vistorias recentes identificaram problemas estruturais no paddock e nos boxes, forçando o governo estadual a refazer partes da obra às pressas, a poucos meses do GP do Brasil. Apesar do discurso oficial de que cerca de 85% da estrutura estaria pronta, não há uma nova data confirmada para a conclusão, o que reforça a sensação de improviso e desorganização.
O evento, que deveria projetar Goiás no cenário internacional do esporte, corre o risco de se transformar em constrangimento. Críticos apontam que o governo priorizou o anúncio político em detrimento da execução técnica, colocando em xeque a capacidade de cumprir o que foi prometido.

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