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Imagem Arquivo Pessoal

O que seria um simples exame de rotina terminou em tragédia para a família do mestre de obras Edmar Moraes, de 53 anos. Sua esposa, Dalcimar Rodrigues da Silva, diarista de 55 anos, morreu após ter o intestino perfurado durante um exame de colonos­copia realizado na clínica Cemed (Centro de Medicina Diagnóstica), credenciada ao SUS, em Aparecida de Goiânia (GO).

Edmar disse que o exame feito pela esposa era de rotina. O marido da diarista relatou que, no dia do exame, foi informado a ele que havia ocorrido uma perfuração e que Dalcimar seria encaminhada para um hospital para fazer uma cirurgia.

A diarista foi encaminhada para atendimento de emergência, mas não sobreviveu às complicações. O corpo foi sepultado no último dia 13 de outubro. Dalcimar deixa filhos e uma neta de quatro anos.

Clínica e autoridades se manifestam

Em nota, a Cemed lamentou o ocorrido e informou que está colaborando com as autoridades. A instituição esclareceu que o exame foi realizado dentro do fluxo regulado pela Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia e que o médico responsável era contratado por meio de um programa federal, não pertencendo ao quadro fixo da clínica.

O Ministério da Saúde confirmou o vínculo do profissional ao Programa de Especialistas e comunicou que ele foi afastado das funções até a conclusão das investigações.

uol O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás e pelos órgãos de fiscalização médica, que buscam apurar se houve falha técnica ou negligência durante o procedimento.

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